Para se chegar ao objetivo principal de uma empresa, o lucro, se faz necessário uma série de estratégias, dentre elas, as parcerias, uma forma de relacionamento que está ganhando cada vez mais profundidade e importância não só para os lucros, como também para a sobrevivência das companhias. Neste post iremos conhecer um pouco mais desse universo empresarial.
Umas das mais recentes estratégias de parceria pode ser também o ponta pé de um relacionamento empresarial, Co-Brand. O que é? É uma estratégia que visa unir forças entre duas ou mais marcas, em busca de um objetivo conjunto; podendo ser: fortalecimento de marca, ação promocional, eventos, entre outros. Esta prática vem dando muito certo no Brasil e em outros diversos países, não faltam cases bem sucedidas que comprovam a eficiência da ação, exemplo: Pirelle e Puma, Nestlé e Bob’s dentre outras.
O caso é que no âmbito do relacionamento empresarial o co-brand se tornou uma espécie de “namoro”, as companhias passam a se conhecerem melhor, criam alternativas para alavancarem seus negócios e os põem em prática.
Este namoro dependendo da afinidade pode vir a se tornar um noivado, que no mundo empresarial seria às Joint Venture.
Com a Joint Venture, as empresas passam a exercer uma atividade com fins lucrativos, claro! Dividindo despesas e planejamento operacional, exemplo: Ford e Volkswagen, que perdurou até meados de 1996. A Volkswagen forneceu a Ford os motores (AP-1600, AP-1800, AP-2000 em substituição aos antiquados CHT) e a plataforma do Sedã Santana, que originou o Versalles e o Royale. A Ford, em contra partida, forneceu a Volkswagen a plataforma do Escort, que originou os modelos Pollo, Logus e Pointer.
A estratégia de Joint Venture, é uma excelente oportunidade de intercambio, tecnológico, de produção e outros setores, além de relativa economia em seus custos e significativo fortalecimento das marcas envolvidas. É notório o crescimento quantitativo e qualitativo.
Como em todo relacionamento se o romance vai bem logo surge o tão esperado pedido em casamento às chamadas Fusões. (Fusão empresarial é a operação pela qual se unem duas ou mais sociedades para formar uma nova sociedade, que lhes sucederá em todos os direitos e obrigações.); desta forma as companhia unem forças de forma definitiva, aumentando a participação de mercado e em muitas vezes, mesmo com controvérsias, acabam gerando monopólio.
Neste artigo busquei fazer uma alusão seguindo uma ordem natural de um relacionamento convencional na sociedade; porém assim como na vida social, o mundo empresarial não possui a obrigatoriedades de seguir a ordem cronológica dos fatos (namorar, noivar, casar, ou seja, não existe a exigência de se formar um Co-Brand para depois formalizar uma Joint Venture e por fim uma Fusão); na maioria das vezes as ações expostas neste post acontecem independentes uma das outras de forma aleatórias.
Espero que tenham gostado até a próxima.