Movimento Empresarial: A união que dá força

Publicado: janeiro 15, 2010 em 1

Para se chegar ao objetivo principal de uma empresa, o lucro, se faz necessário uma série de estratégias, dentre elas, as parcerias, uma forma de relacionamento que está ganhando cada vez mais profundidade e importância não só para os lucros, como também para a sobrevivência das companhias. Neste post iremos conhecer um pouco mais desse universo empresarial.

Umas das mais recentes estratégias de parceria pode ser também o ponta pé de um relacionamento empresarial, Co-Brand. O que é? É uma estratégia que visa unir forças entre duas ou mais marcas, em busca de um objetivo conjunto; podendo ser: fortalecimento de marca, ação promocional, eventos, entre outros. Esta prática vem dando muito certo no Brasil e em outros diversos países, não faltam cases bem sucedidas que comprovam a eficiência da ação, exemplo: Pirelle e Puma, Nestlé e Bob’s dentre outras.

O caso é que no âmbito do relacionamento empresarial o co-brand se tornou uma espécie de “namoro”, as companhias passam a se conhecerem melhor, criam alternativas para alavancarem seus negócios e os põem em prática.

Este namoro dependendo da afinidade pode vir a se tornar um noivado, que no mundo empresarial seria às Joint Venture.

Com a Joint Venture, as empresas passam a exercer uma atividade com fins lucrativos, claro! Dividindo despesas e planejamento operacional, exemplo: Ford e Volkswagen, que perdurou até meados de 1996. A Volkswagen forneceu a Ford os motores (AP-1600, AP-1800, AP-2000 em substituição aos antiquados CHT) e a plataforma do Sedã Santana, que originou o Versalles e o Royale. A Ford, em contra partida, forneceu a Volkswagen a plataforma do Escort, que originou os modelos Pollo, Logus e Pointer.

A estratégia de Joint Venture, é uma excelente oportunidade de intercambio, tecnológico, de produção e outros setores, além de relativa economia em seus custos e significativo fortalecimento das marcas envolvidas. É notório o crescimento quantitativo e qualitativo.

Como em todo relacionamento se o romance vai bem logo surge o tão esperado pedido em casamento às chamadas Fusões. (Fusão empresarial é a operação pela qual se unem duas ou mais sociedades para formar uma nova sociedade, que lhes sucederá em todos os direitos e obrigações.); desta forma as companhia unem forças de forma definitiva, aumentando a participação de mercado e em muitas vezes, mesmo com controvérsias, acabam gerando monopólio.

Neste artigo busquei fazer uma alusão seguindo uma ordem natural de um relacionamento convencional na sociedade; porém assim como na vida social, o mundo empresarial não possui a obrigatoriedades de seguir a ordem cronológica dos fatos (namorar, noivar, casar, ou seja, não existe a exigência de se formar um Co-Brand para depois formalizar uma Joint Venture e por fim uma Fusão); na maioria das vezes as ações expostas neste post acontecem independentes uma das outras de forma aleatórias.

Espero que tenham gostado até a próxima.

A globalização criou o nicho de mercado.

Publicado: outubro 14, 2009 em 1

Com a globalização uma falsa tendência se estabilizou, acharam que o mercado consumidor se tornaria globalizado, todo o mundo passaria a falar Inglês e japonês passaria a comer pizza, um erro sem fim, o tempo mostrou que o contrario ocorreu, “como nunca visto neste país, ou melhor, no mundo”, o mercado consumidor foi tão segmentado.

Talvez como uma resistência as origens, as características de cada comunidade se mostra fortalecida, criando barreiras contra a penetração de cultura estrangeira. A comunicação global não faz mais sentido, não tem mais resultado, todo o planejamento hoje de comunicação precisa ser pensado regionalmente, respeitando dentro dos segmentos os nichos.

O atual modelo de planejamento de comunicação exerce a estratégia de fragmentar o que já foi fragmentado (segmentação por nicho). É necessário se atentar as tendências comportamentais, analisar reações, estudar movimentos e perceber necessidades de um consumidor cada dia mais heterogêneo .

Comunicação Alternativa

Publicado: outubro 5, 2009 em 1

Hoje em dia muitas são as ferramentas e táticas para se fazer ações de marketing eficazes, porém muitas delas possuem termos desconhecidos por alguns, neste post vou fazer um mini sumário das ações de comunicação que está circulando no mercado.

Buzz Marketing – É o famoso boca a boca, seu objetivo é formar uma sólida notoriedade sem ter alto gasto em publicidade. A campanha mais recente usando está tática foi a do baixinho da Kaiser com a atriz Karina Bacchi em um suposto namoro.

Marketing Viral – É utilizado no campo da internet, representa uma estratégia de marketing que encoraja indivíduos a passar adiante sua mensagem de marketing, como um vírus, exemplos não faltam quem nunca recebeu um email pedindo para que você o enviasse para seus amigos.

Marketing de Guerrilha – O marketing de guerrilha é muito utilizado por empresas pequenas, com o objetivo de combater concorrentes ou puramente sobreviver, através de ataque que atinge pontos fracos dos concorrentes e represente oportunidade para si. Porém o Marketing de guerrilha ganhou mais uma função, hoje ele já faz parte do mix de marketing e comunicação das empresas. Diante da massificação publicitária sobre os consumidores o marketing de guerrilha se tornou uma ótima oportunidade de comunicação de forma criativa e sem agressividade dos anúncios tradicionais, através desta ferramenta os consumidores são impactados sem se dar conta e atraem mídia espontânea.

O Marketing de Emboscada – É um tipo de ação de Marketing, que se desenvolve a partir do aproveitamento da imagem e notoriedade de um evento em favor de uma marca que não apóia oficialmente esse mesmo evento. Como se em um determinado evento a marca (A) fosse a patrocinadora oficial, porém a marca (B) aproveita todo o clima e lança diversas campanhas publicitárias entorno da temática do evento, ao ponto que no final a marca (B) passou ter uma integração tão grande com o evento que o fato da marca (A) ter sido a patrocinadora oficial não teve a menor significância e a marca (B) sem ter tido o gasto enorme da compra da cota de patrocínio, obteve retorno financeiro igual ou superior a marca (A).

Marketing de Terrorismo – É uma forma de se propagar informações de forma anônima, quase sempre negativa sobre uma determinada marca com o objetivo claro de denegrir ou limitar o negócio das marcas alvo, prática muito discutida no aspecto ético.

Como vimos o leque de estratégia de comunicação é grande e diversificado escolha o que melhor se adéqua ao seu público-alvo, ao perfil de sua empresa e rumo as sua metas sempre com ética e responsabilidade.

Espero que tenham gostado até a próxima. Há não esqueça indique o blog para seus amigos.

Tadeu Mendes

Publicado: outubro 2, 2009 em Marketing & Publicidade